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A economia brasileira experimentou um período de crescimento acelerado e transformações profundas entre os anos 1930 e o final dos 1970. Desde então, a crise colocou em xeque a estrutura e as instituições desse meio século de expansão. A estabilização econômica propiciada pelo Plano Real criou um surto de crescimento, mas o formato das novas estruturas e as possibilidades de evolução são ainda incertas.

Uma dimensão fundamental da estabilização foi a retomada dos fluxos financeiros externos e dos investimentos diretos estrangeiros. Ambos deram forma à reinserção internacional da economia brasileira, com novas fontes de dinamismo, mas criaram também restrições e dificuldades.

Esse conjunto de transformações coloca em relevo as dimensões da competitividade e da criação de vantagens comparativas dinâmicas, como condições para a retomada da expansão industrial e do desenvolvimento sustentado apoiada em políticas de ciência, tecnologia e inovação que integrem os esforços públicos e privados.

O Grupo de Estudos em Economia Industrial dedica-se ao estudo e análise das transformações em curso na economia brasileira, com ênfase nos seus condicionantes internacionais. Reúne, para isso, uma equipe com formação sólida e dedicação integral a atividades didáticas, de pesquisa e consultoria.

Linhas de Pesquisa:

  • Bens de Capital
  • Economia da Inovação
  • Economia Industrial
  • Economia Internacional, Competitividade e Desempenho Comercial
  • Estratégias Empresariais Globalizadas: possibilidades do desenvolvimento industrial tecnológico
  • F&As Tecnológicas
  • Indústria Automobilística
  • Indústria de Alimentos, Bebidas e Agroindústria
  • Indústria de Telequipamentos
  • Indústria do Petróleo, Química, Petroquímica e Farmaceutica
  • Indústria Têxtil
  • Indústrias de Baixa Tecnologia
  • Interação Universidade-Empresa
  • Interação Usuário-Produtor
  • Internacionalização
  • Investimentos Direto Estrangeiros
  • Organização Industrial e Estudos Industriais
  • Politica Industrial
  • Processo de Trabalho
  • Reestruturação Industrial: mudanças patrimoniais, desempenho industrial.
  • Tecnologia da Informática e Economia da Imaterialidade